O ambiente natural proporciona o sustento da vida de todos os seres universalmente. Existem referências a árvores em todos os relatos dos principais acontecimentos da vida do Buda. Sua mãe encostou-se numa árvore buscando apoio no momento de seu nascimento. Ele alcançou a iluminação sentado sob uma árvore e, quando afinal morreu, teve as árvores como testemunhas acima de sua cabeça.
Sua Santidade, o Dalai-Lama
Caminhos de espiritualidade: cultura de paz, não-violência, mística, autoconhecimento, compaixão e cuidado pelos seres e pela terra
16 de abr. de 2010
13 de abr. de 2010
A diferença entre o Inferno e o Paraíso
Um rabino teve uma conversa com o Senhor sobre o paraíso e o inferno."Vou mostrar-lhe o inferno", disse o Senhor, e levou o rabino para um aposento em que havia uma grande mesa redonda. As pessoas sentadas em volta dela estavam famintas e desesperadas. No centro da mesa havia uma enorme panela de cozido, com um cheiro tão delicioso que a boca do rabino se encheu de água. Cada pessoa em torno da mesa segurava uma colher com um cabo longuíssimo. Mas, apesar das colheres alcançarem a panela, seus cabos eram mais compridos que os braços dos candidatos a comensais: assim, incapazes de levar o alimento à boca, nenhum deles conseguia comer. O rabino viu que o seu sofrimento era realmente terrível.
"Agora, vou mostrar-lhe o paraíso", disse o Senhor, e foram para outro aposento, exatamente igual ao primeiro. Lá estavam a mesma grande mesa redonda, a mesma panela de cozido. as pessoas, tal como antes, estavam munidas das mesmas colheres de cabo longuíssimo - mas lá, todas eram bem nutridas e cheinhas, riam e conversavam. O rabino não conseguiu entender. "É simples, mas exige uma certa habilidade", disse o Senhor. "Nesta sala, como você vê, eles aprenderam a alimentar uns aos outros".
"Agora, vou mostrar-lhe o paraíso", disse o Senhor, e foram para outro aposento, exatamente igual ao primeiro. Lá estavam a mesma grande mesa redonda, a mesma panela de cozido. as pessoas, tal como antes, estavam munidas das mesmas colheres de cabo longuíssimo - mas lá, todas eram bem nutridas e cheinhas, riam e conversavam. O rabino não conseguiu entender. "É simples, mas exige uma certa habilidade", disse o Senhor. "Nesta sala, como você vê, eles aprenderam a alimentar uns aos outros".
1 de abr. de 2010
28 de mar. de 2010
15 de mar. de 2010
8 de mar. de 2010
O equilíbrio dos povos indígenas
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1 de mar. de 2010
26 de fev. de 2010
23 de fev. de 2010
Todos juntos - como crescer melhor
Todos Juntos de Chico Buarque - Segunda versão
Uma gata, o que é que tem?
- as unhas
E a galinha, o que é que tem?
- o bico
Dito assim, parece até ridículo
um bichinho se assanhar
e o jumento, o que é que tem?
- As patas
E o cachorro, o que é que tem?
- Os dentes
Ponha tudo junto e de repente vamos ver o que é que dá
Junte um bico com dez unhas
quatro patas, trinta dentes
e o valente dos valentes
ainda vai te respeitar
Todos juntos somos fortes
somos flecha e somos arco
Todos nós no mesmo barco
não há nada pra temer
- ao meu lado há um amigo
que é preciso proteger
Todos juntos somos fortes
não há nada pra temer
O acrobata, o que é que é ?
- Confiante
Trapezista, o que é que é ?
- Valente
Não é grande coisa realmente
Para um circo levantar
E o palhaço, o que é que é ?
- Gozado
E a platéia, o que é que é ?
- Vibrante
Tá ficando mais interessante
Vamos ver no que é que dá
Confiança com coragem
Vibração com fantasia
E mais dia menos dia
A lei do circo vai mudar
Todos juntos somos fortes
somos flecha e somos arco
Todos nós no mesmo barco
não há nada pra temer
- ao meu lado há um amigo
que é preciso proteger
Todos juntos somos fortes
não há nada pra temer
E no mundo dizem que são tantos
Saltimbancos como somos nós
Para o filme Saltimbancos Trapalhões 1981*
13 de fev. de 2010
Sede de Ser
Não é o pote
Que faz a água
Potável
Não é o homem
Que faz o homem
Humano
(Jean-Yves-Leloup, em Deserto, Desertos, ed. Vozes)
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Jean-Yves Leloup
5 de fev. de 2010
2 de fev. de 2010
Minha crença
29 de jan. de 2010
19 de jan. de 2010
Para Reflexão: 3 Koans Zen
19 de dez. de 2009
POSSUI ESSE CAMINHO UM CORAÇÃO?
Qualquer caminho é apenas um caminho e não constitui insulto algum – para si mesmo ou para os outros – abandoná-lo quando assim ordena o seu coração (...) Olhe cada caminho com cuidado e atenção. Tente-o tantas vezes quantas julgar necessárias... Então, faça a si mesmo e apenas a si mesmo uma pergunta: possui esse caminho um coração? Em caso afirmativo, o caminho é bom. Caso contrário, esse caminho não possui importância alguma.
(Carlos Castañeda, Os ensinamentos de Don Juan).
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